Bilhete postal

     Atualmente o uso de bilhetes postais como forma de comunicação comercial restringe-se apenas a alguns casos especiais, pois como circulam livremente, abertos, sem envelopes, podem ser lidos por todos que os manuseiam, ficando seu conteúdo exposto.
     Usa-se esse tipo de correspondência em geral por editoras, livrarias ou sociedades a destinatários fixos, para a remessa de livros. O bilhete postal exige a assinatura do destinatário acusando o recebimento dos exemplares e será devolvido para o remetente ter ciência do ocorrido.
     O bilhete foi criado em 1869 e em 1975, com a implantação do Aerograma, combinação de papel-envelope, tornou-se de uso ainda mais restrito. O Aerograma foi tecnicamente dimensionado para facilitar o trabalho de manipulação no correio.

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